
Tudo parece o que não é, e se é; onde está então? Atrevo-me pra perto do seu sagrado abrigo de dor, para mostrar e deixar ali meu amor. Me habituar com o que me habita, me habituar com a dor com o transpassado inalcançável explendor. Tenho medo de ficar sem amor, mas só enquanto houver você do outro lado, vou soltar a prosa o verbo para explanar o que sinto, de poesia me encher e sair voando para onde quer que for. Para te encontrar, a porta aberta a poesia um alerta. Enquanto houver quem encha esse peito vazio de poesia, então viverei e em toda a oportunidade sobreviverei.
Só enquanto eu respirar..."
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